Perfil profissional de SEO

Posted in SEO on 9 de agosto de 2011 by luizamcalmeida

Para trabalhar com SEO você deve otimizar um site… Poxa vida, que genial não?

Já fui contratado como SEO, fiz provas nestas entrevistas, já tive que explicar o que fiz em alguns cases e o que faria melhor se tivesse chance, mas pela primeira vez tive que me preocupar com a seguinte questão: “Luiz define aí que características um SEO tem que ter para entrar na nossa equipe?

Poxa vida, não pensei que seria tão difícil assim. Sei que há aquelas características básicas de saber usar o analytics, “quantas letras você pode usar nas meta tags (argh)“, use um call-to-action aqui e ali, mas isso tudo não define um perfil profissional, e sim uma série de funções que o SEO têm.

Não sei se eu que sou exigente ou se nessa área não há um Curriculum estudantil básico para preencher uma vaga, mas que eu ainda não cheguei a uma conclusão clara, ainda não cheguei. Apenas consegui ver dois perfis que ao se complementarem tornam uma equipe muito produtiva.

Vejo muitas pessoas saindo da programação web e se embrenhando na otimização do código do site, aperfeiçoando o HTML e toda a estrutura que é interpretada pelos robôs de busca e acabam caindo no SEO, mas vejo também nesses profissionais a falta de preocupação com o usuário e o conteúdo que será entregue a eles.

Porque? É o hábito da galera de programação entregar aquilo que é solicitado. Os caras são fudidos no que fazem, porém não tomam uma decisão estratégica na construção de um site, e aí falta aquele detalhe que vai fazer o conteúdo ser bem avaliado.

Aí que surge o outro perfil de SEO que é mais voltado para fazer um planejamento, ajudar na sugestão de conteúdo e pensar no link building. Este cara tem mais as manhas de interpretar dados do analytics e orientar a produção do conteúdo.

Emfim, o profissional de SEO têm que saber um pouco de BI, um pouco de planejamento, um pouco de programação web, com o passar do tempo refinar o uso das ferramentas de SEO. Esquece as benditas meta-tags, visitantes únicos etc, essas coisas básicas que você ensina a qualquer em uns 15 dias. O diferencial está na NOÇÃO em usar os dados disponíveis nas ferramentas de métrica e o que fazer com eles. Sempre tem que haver o equilibrio em tudo que é feito no Google, porque nós como SEO’s não temos total controle sobre o que produzimos.

Bom, no final das contas o esquema é pensar no que realmente agrada o usuário, sem usar aquele clichê de conteúdo é rei, porque a estruturação do site também faz parte do conteúdo entregue no site.

Canonical Tag: Matt Cutts responde

Posted in SEO with tags , , , on 4 de julho de 2011 by luizamcalmeida

A Canonical Tag sua linda!

Esta tag de HTML veio para mudar o mundo dos SEO’s não é mesmo? Não há preocupação de conteúdo duplicado, você não precisa ficar quebrando a cabeça em como dividir o conteúdo em “páginas diferentes mas iguais” e o que eu acho mais legal: A migração de conteúdo através de redirecionamento fica cada vez mais suave aos olhos do usuário!

Tenho me deparado em alguns projetos com diversas recomendações de redirecionamento de páginas de busca, para um permalink de mesmo conteúdo e me sentindo muito esperto dizendo “hey vamos canonizar!“.

A definição da Tag Canonical é aproveitar e regular seu site para que sejam evitados casos de conteúdo duplicado, ajudar os sites a indexarem uma URL específica, direcionar a relevância de diversas páginas para uma só e para as próprias ferramentas de busca que não terão um resultado de busca de baixa qualidade indexando URL’s diferentes para o mesmo conteúdo (espertinhos não?).

Não ligo muito para direcionar a relevância de diversas URL’s para uma única, pois se seu site tiver uma boa arquitetura, você não precisará se preocupar com isso. Exceto em casos de E-Commerces que vendem o mesmo produto em categorias diferentes e precisam de URL’s diferentes.

Evitar o conteúdo duplicado vai de encontro com uma das principais questões abordadas na atualização Google Panda. Vejo muitos Googlers sempre doutrinando os SEO’s a pensar na usabilidade do site e parar de pensar em competir por posições no Google. É o nosso trabalho, mas não devemos sacrificar os usuários por uma posição no Google.

(confeso que adoro ver uma página teste posicionado em primeiro lugar para o termo “pescotapa“, mas pro usuário foda-se haha)

Tentei uma vez criar uma Tag Canonical infinita para gerar visitas, criando ela para a mesma página mas não deu certo. A idéia era: Colocando a Tag Canonical nela mesmo o código do analytics iria contabilizar a visita e entãopassar a relevância para a página referênciada na Canonical. Porém esta URL referenciada já teria uma visita contabilizada, e assim duplicariamos o número de visitas para uma página. Bacana vai?!?

MAS, não colou: Antes do Analytics contabilizar a visita ele já interpreta a Tag Canonical.

Então o camaradinha Matt Cutts Lançou este videozinho que deixa bem claro porque ele tá no Google e eu não:

Will setting the rel=”canonical” attribute of a page to itself cause a loop?

Simplesmente não há uma ação do Google que não tenha 99% de chances de funcionar direito no ar não é mesmo?

A melhoria no ponto de vista de usabilidade atualmente é a capacidade de usar a Canonical Tag em Cross-Domain. Você pode ter dominio diferentes com conteúdo similares por motivos que só deus sabe, e não há o risco de ser interpretado como conteúdo duplicado.

NOTA: A Canonical Tag Cros-Domain é suportada apenas pelo Google.

Então se você está migrando domínios, corrigindo erros e disponibilizando apenas uma parte do seu site em outro domínio de forma temporária, usar uma Tag Canonical Cross-Domain é muito bem-vindo e o ajudará a manter seu trabalho de SEO sem afetar a vida de seus usuários de forma agressiva.

 

Fonte de pesquisa: http://www.mattcutts.com/blog/canonical-link-tag/

a diferença entre cliques e visitas em SEO

Posted in SEO with tags , , on 27 de junho de 2011 by luizamcalmeida

Esta semana ao acessar o Google Web Master Tools comecei a fuçar no painel de “Search Queries”, mais especificamente no CTR que tem lá.

tudo bem que o CTR do Web Master Tools é apenas uma estimativa dos cliques da busca orgânica mas me deparei com um pensamento que no final, nas minhas conclusões, virou mais uma dúvida do que uma solução.

Quando você clica em um resultado da busca orgânico, o usuário é direcionado a uma página de um dominio especifico, contabilizando uma visita, através da palavra-chave X, na URL Y, que estava posicionando em Z.

Tudo certo? posso fazer meu relatório pro cliente? errado!
Se o link foi clicado e a página não carregou por completo, sua visita foi pro saco.

Isto ocorre porque a recomendação do Google é taguear Analytics e o Web Master Tools no final das páginas, e para que a visita seja contabilizada devemos esperar a página carregar até o fim que é onde os códigos de ferramentas do Google se encontram.

Dois pensamentos conflitantes me surgiram

Primeiro: Ok, vamos continuar seguindo o conceito do Google, pois assim só temos realmente uma visita quando todo o conteúdo é exibido para os usuários e ele fica feliz. Além do mais quem sou eu para contrariar o Google?
Segundo: Já que um clique não é necessariamente uma visita e eu quero usar o CTR do Web Master Tools como uma métrica para meus clientes, posso colocar os códigos de ferramentas do Google no cabeçalho das minhas páginas e assim que ela começar a carregar, o Analytics já irá contabilizar minha visita, aproximando a quantidade de visitas com a quantidade de cliques.

Este segundo pensamento é mais conflitante pois ele realmente demonstra com maior fidelidade quais as minhas palavras-chave que estão sendo clicadas porém a qualidade do tráfego demonstrado não é a mesma que seria contabilizada com o tagueamento no final do HTML das páginas.

A conclusão que tirei foi a que manter o código no final do HTML é a melhor opção pois nos ajuda exatamente por exibir a diferença entre cliques e visitas.
Indo de encontro com a recomendação do Google.

Não falei que eles eram uns fodelões? :P

WBF – Google Panda Update

Posted in SEO with tags , , , on 24 de junho de 2011 by luizamcalmeida

Muito foi escrito sobre o Google Panda, muito foi dito sobre o Google ser bonzinho ou malvadinho tentando “sacanear os SEO’s, muitas teorias foram feitas, muitas críticas, mas nenhuma solução ou qualificação que descreva porque razão o Google fez o que fez com o SEO de algumas pessoas que foram afetadas pela atualização.

Nada de conclusivo até agora! O pessoal do SEOmoz se superou mais uma vez de forma simples e ter alguns argumentos conclusivos através do video do coleguinha Randfishkin.

// //

De tudo o que foi mostrado é importante frisarmos dois pontos: SEO pensando na usabilidade e qualidade do site. E também as métricas que são propostas no video.

A qualidade para um SEO como é colocar meta tags bonitinhas, palavras-chave e todas aquelas coisas que são passadas para os estagiários fazerem e que se você não tiver mais nenhum conhecimento além do SEO vai morrer por aí. Qualidade do site na realidade não pode ser medida pela equipe de SEO. Se o conteúdo do site é de qualidade quem vai nos dizer são os usuários e os proprietários do site (se você trabalhar numa agência como eu).

As “novas métricas” propostas também são bem legais pois mostram o interesse do usuário no seu site de forma que mostre que ele esta “curtindo” o site, navegando de forma legal e pretenda voltar para uma segunda visita. Por exemplo: É legal ter visitantes únicos mas se você tem X visitantes únicos e X*2 visitantes que retornaram, WOW as pessoas realmente gostaram do que viram e esta métrica deixa de ser negativa. CTR do webmastertools também é bem legal de levar em consideração. As vezes uma busca gerou só 20 visitas para o seu site, mas em compensação ela só apareceu no ranqueamento 25 vezes. Ponto positivo para sue site, enquanto o site do “vizinho” teve 100 visitas e meio milhão de vizualizações.

O importante sempre será o consumidor final daquilo que você produz em seu site. Infelizmente para alguns SEO’s os robôs de busca não são “consumidores”, eles apenas fazem uma auditoria no estilo ISO para conferir a qualidade do que é levado aos usuários. Então seja o que for que você crie no seu site, pense nas pessoas que não tem obrigação nenhuma com seus resultados de SEO e muito menos com a sua posição no Google.

P.S.: O Google levar cada vez mais em consideração o que os usuários gostam, torna-o mais próximo da realidade de uma busca feita por seus usuários e não pelos Crawlers.

Mudanças no Algoritmo do Google

Posted in Internet, SEO on 31 de janeiro de 2011 by luizamcalmeida

Buenas galera!

Anda-se falando muito sobra as santas mudanças no algoritmo do Google e isto está gerando uma onda de comentários e mudanças de planos por parte das equipes de SEO, editorial e demais envolvidos.

Na minha opinião, preocupar-se com isto é perda de tempo!

Eis o porque:
O próprio Google afirma ter feito mais de 400 mudanças no algoritmo em 2010, e orgulha-se disso. É a ferramenta de busca dinâmica e que garante que as equipes de SEO não “decorem” o funcionamento da ferramenta.
Então porque o Google resolveu nos dar uma “dica” de que houve uma mudança em seu algoritmo? A ferramenta não está em constante mudança? Esta não é apenas uma das 400 mudanças? Esta mudança resume o funcionamento da ferramenta? Acho que não…

A informação fornecida pelo Matt Cutts serve apenas para formalizar os cuidados que o Google está tomando em relação as práticas de SPAM e o rumo que a empresa está tomando em relação a autenticidade de conteúdo.

Não devemos ficar “bitolados” achando que essa pequena alteração num algoritmo com mais de 200 regras poderá afetar nossa forma de trabalho!

Se você a partir do momento que leu o post de Matt Cutts alterou seus sites e acha que está se enquadrando nos padrões do Google, ledo engano: Isto pode ser usado contra você. Do mesmo modo que os robôs de busca terão novas formas de interpretar os sites, também perceberão quais sites modificaram seu jeito de trabalhar, com “medo” de ser penalizado devido ao novo algoritmo.

Portanto, se você já tem uma linha de raciocínio séria e focada num trabalho honesto e que traga benefícios e informações relevantes para seus usuários, trate a mudança de algoritmo apenas como uma notificação de qualidade do Google, pois o trabalho quando é bem feito estará bem posicionado independente de novas regras e conceitos de todo e qualquer ferramenta de busca.

Falei certo, ou falei besteira?

Abçs,

Video do site fairsearch.org

Posted in Internet, SEO on 12 de janeiro de 2011 by luizamcalmeida

Galera, está aí um video que deve ser compartilhado e discutido.

O Google está pensando em comprar a empresa ITA que fornece sistemas para companhias aéreas que fazem vendas online. Isto aumentaria a dominância do Google no mercado de Search, diminuindo a competição e as opções e subindo os preços.

ruim para o usuário, bom para o Google:

http://player.vimeo.com/video/16378851?title=0&byline=0&portrait=0&color=59a5d1&autoplay=1

O video foi retirado do site fair search

Nuvenus Chovendus

Posted in Internet on 21 de dezembro de 2010 by luizamcalmeida

Galera!

Entrei na brincadeira do Nuvenus chovendus promovida pelo Mestre SEO!!! O objetivo é conseguir posicionar o termo em primeiro lugar dentro do Google Brasil.

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