Arquivo para SEO

Canonical Tag: Matt Cutts responde

Posted in SEO with tags , , , on 4 de julho de 2011 by luizamcalmeida

A Canonical Tag sua linda!

Esta tag de HTML veio para mudar o mundo dos SEO’s não é mesmo? Não há preocupação de conteúdo duplicado, você não precisa ficar quebrando a cabeça em como dividir o conteúdo em “páginas diferentes mas iguais” e o que eu acho mais legal: A migração de conteúdo através de redirecionamento fica cada vez mais suave aos olhos do usuário!

Tenho me deparado em alguns projetos com diversas recomendações de redirecionamento de páginas de busca, para um permalink de mesmo conteúdo e me sentindo muito esperto dizendo “hey vamos canonizar!“.

A definição da Tag Canonical é aproveitar e regular seu site para que sejam evitados casos de conteúdo duplicado, ajudar os sites a indexarem uma URL específica, direcionar a relevância de diversas páginas para uma só e para as próprias ferramentas de busca que não terão um resultado de busca de baixa qualidade indexando URL’s diferentes para o mesmo conteúdo (espertinhos não?).

Não ligo muito para direcionar a relevância de diversas URL’s para uma única, pois se seu site tiver uma boa arquitetura, você não precisará se preocupar com isso. Exceto em casos de E-Commerces que vendem o mesmo produto em categorias diferentes e precisam de URL’s diferentes.

Evitar o conteúdo duplicado vai de encontro com uma das principais questões abordadas na atualização Google Panda. Vejo muitos Googlers sempre doutrinando os SEO’s a pensar na usabilidade do site e parar de pensar em competir por posições no Google. É o nosso trabalho, mas não devemos sacrificar os usuários por uma posição no Google.

(confeso que adoro ver uma página teste posicionado em primeiro lugar para o termo “pescotapa“, mas pro usuário foda-se haha)

Tentei uma vez criar uma Tag Canonical infinita para gerar visitas, criando ela para a mesma página mas não deu certo. A idéia era: Colocando a Tag Canonical nela mesmo o código do analytics iria contabilizar a visita e entãopassar a relevância para a página referênciada na Canonical. Porém esta URL referenciada já teria uma visita contabilizada, e assim duplicariamos o número de visitas para uma página. Bacana vai?!?

MAS, não colou: Antes do Analytics contabilizar a visita ele já interpreta a Tag Canonical.

Então o camaradinha Matt Cutts Lançou este videozinho que deixa bem claro porque ele tá no Google e eu não:

Will setting the rel=”canonical” attribute of a page to itself cause a loop?

Simplesmente não há uma ação do Google que não tenha 99% de chances de funcionar direito no ar não é mesmo?

A melhoria no ponto de vista de usabilidade atualmente é a capacidade de usar a Canonical Tag em Cross-Domain. Você pode ter dominio diferentes com conteúdo similares por motivos que só deus sabe, e não há o risco de ser interpretado como conteúdo duplicado.

NOTA: A Canonical Tag Cros-Domain é suportada apenas pelo Google.

Então se você está migrando domínios, corrigindo erros e disponibilizando apenas uma parte do seu site em outro domínio de forma temporária, usar uma Tag Canonical Cross-Domain é muito bem-vindo e o ajudará a manter seu trabalho de SEO sem afetar a vida de seus usuários de forma agressiva.

 

Fonte de pesquisa: http://www.mattcutts.com/blog/canonical-link-tag/

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a diferença entre cliques e visitas em SEO

Posted in SEO with tags , , on 27 de junho de 2011 by luizamcalmeida

Esta semana ao acessar o Google Web Master Tools comecei a fuçar no painel de “Search Queries”, mais especificamente no CTR que tem lá.

tudo bem que o CTR do Web Master Tools é apenas uma estimativa dos cliques da busca orgânica mas me deparei com um pensamento que no final, nas minhas conclusões, virou mais uma dúvida do que uma solução.

Quando você clica em um resultado da busca orgânico, o usuário é direcionado a uma página de um dominio especifico, contabilizando uma visita, através da palavra-chave X, na URL Y, que estava posicionando em Z.

Tudo certo? posso fazer meu relatório pro cliente? errado!
Se o link foi clicado e a página não carregou por completo, sua visita foi pro saco.

Isto ocorre porque a recomendação do Google é taguear Analytics e o Web Master Tools no final das páginas, e para que a visita seja contabilizada devemos esperar a página carregar até o fim que é onde os códigos de ferramentas do Google se encontram.

Dois pensamentos conflitantes me surgiram

Primeiro: Ok, vamos continuar seguindo o conceito do Google, pois assim só temos realmente uma visita quando todo o conteúdo é exibido para os usuários e ele fica feliz. Além do mais quem sou eu para contrariar o Google?
Segundo: Já que um clique não é necessariamente uma visita e eu quero usar o CTR do Web Master Tools como uma métrica para meus clientes, posso colocar os códigos de ferramentas do Google no cabeçalho das minhas páginas e assim que ela começar a carregar, o Analytics já irá contabilizar minha visita, aproximando a quantidade de visitas com a quantidade de cliques.

Este segundo pensamento é mais conflitante pois ele realmente demonstra com maior fidelidade quais as minhas palavras-chave que estão sendo clicadas porém a qualidade do tráfego demonstrado não é a mesma que seria contabilizada com o tagueamento no final do HTML das páginas.

A conclusão que tirei foi a que manter o código no final do HTML é a melhor opção pois nos ajuda exatamente por exibir a diferença entre cliques e visitas.
Indo de encontro com a recomendação do Google.

Não falei que eles eram uns fodelões? :P

WBF – Google Panda Update

Posted in SEO with tags , , , on 24 de junho de 2011 by luizamcalmeida

Muito foi escrito sobre o Google Panda, muito foi dito sobre o Google ser bonzinho ou malvadinho tentando “sacanear os SEO’s, muitas teorias foram feitas, muitas críticas, mas nenhuma solução ou qualificação que descreva porque razão o Google fez o que fez com o SEO de algumas pessoas que foram afetadas pela atualização.

Nada de conclusivo até agora! O pessoal do SEOmoz se superou mais uma vez de forma simples e ter alguns argumentos conclusivos através do video do coleguinha Randfishkin.

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De tudo o que foi mostrado é importante frisarmos dois pontos: SEO pensando na usabilidade e qualidade do site. E também as métricas que são propostas no video.

A qualidade para um SEO como é colocar meta tags bonitinhas, palavras-chave e todas aquelas coisas que são passadas para os estagiários fazerem e que se você não tiver mais nenhum conhecimento além do SEO vai morrer por aí. Qualidade do site na realidade não pode ser medida pela equipe de SEO. Se o conteúdo do site é de qualidade quem vai nos dizer são os usuários e os proprietários do site (se você trabalhar numa agência como eu).

As “novas métricas” propostas também são bem legais pois mostram o interesse do usuário no seu site de forma que mostre que ele esta “curtindo” o site, navegando de forma legal e pretenda voltar para uma segunda visita. Por exemplo: É legal ter visitantes únicos mas se você tem X visitantes únicos e X*2 visitantes que retornaram, WOW as pessoas realmente gostaram do que viram e esta métrica deixa de ser negativa. CTR do webmastertools também é bem legal de levar em consideração. As vezes uma busca gerou só 20 visitas para o seu site, mas em compensação ela só apareceu no ranqueamento 25 vezes. Ponto positivo para sue site, enquanto o site do “vizinho” teve 100 visitas e meio milhão de vizualizações.

O importante sempre será o consumidor final daquilo que você produz em seu site. Infelizmente para alguns SEO’s os robôs de busca não são “consumidores”, eles apenas fazem uma auditoria no estilo ISO para conferir a qualidade do que é levado aos usuários. Então seja o que for que você crie no seu site, pense nas pessoas que não tem obrigação nenhuma com seus resultados de SEO e muito menos com a sua posição no Google.

P.S.: O Google levar cada vez mais em consideração o que os usuários gostam, torna-o mais próximo da realidade de uma busca feita por seus usuários e não pelos Crawlers.

interferências externas no tráfego de Ferramentas de Busca

Posted in SEO with tags , , , , on 18 de novembro de 2010 by luizamcalmeida

Buenas galera!

Esses dias estava eu fazendo meu relatório de todo dia e me deparei com uma bendita queda do tráfego orgânico de um dia para o outro.

Todo SEO já passou por isso e não gostou. Você começa a procurar porque da queda, se houve alguma alteração na estrutura do site, se alguém fez uma cagada muito grande de mudar o conteúdo para outras páginas ou desligou o servidor sem querer…

Na maioria das vezes você não encontra a resposta nestas questões. O tráfego orgânico é conquistado com relevância e confiança, a passos curtos e a longo prazo.

Quando acompanhamos um projeto vemos as variações acontecerem gradativamente, e a queda também é gradual. Não se perde toda a credibilidade e espaço conquistado de um dia para outro. Quando vemos casos de queda repentina devemos ficar atentos a fatores externos às buscas orgânicas.

Dois exemplos que acompanhei recentemente tiveram interferência dos links patrocinados e outra, por incrível que pareça, devido ao alto nível de usabilidade do Chrome.

Todos sabem da sensibilidade que existe entre SEO e Links Patrocinados. Grandes investimentos em campanhas de Links Patrocinados podem “roubar” tráfego orgânico devido ao seu posicionamento privilegiado. O que pode prejudicar a relevância de palavras-chave em um projeto de SEO.

Tráfego orgânico e pago

Período de variação entre Tráfego orgânico e pago.

Como podemos observar no gráfico, a linha verde representa o tráfego orgânico, a linha laranja o tráfego pago e a azul o tráfego total no período. Em determinado ponto vemos o crescimento no investimento de Links Patrocinados e consequentemente a queda do orgânico. É muito interessante acompanhar o período, pois vemos como ambas as campanhas estão estreitamente relacionadas. A queda de um afeta diretamente o crescimento do outro, e em determinado instante há um ponto de equilibro entre ambas as fontes de tráfego.

Podemos concluir que a administração e relacionamento que deve existir entre as equipes de Links Patrocinados e SEO é muito importante para o sucesso do site como um todo. Guiar ambos os tráfegos é como controlar a telemetria de um carro de Fórmula-1: Você pode escolher ter um carro rápido numa reta longa, ou ter um carro com melhor arrancada. Ou você pode não ter o melhor em nenhuma das duas opções e manter-se entre os melhores nas duas categorias.

Outra questão que tenho percebido é o crescimento do tráfego direto para alguns sites que atingem um bom nível de popularidade.

Todos que usam o Google Chrome já não digitam uma URL completa há meses. Com a função de Autocomplete do Google também implementado na barra de endereços, se você já acessou o site pelo menos uma vez anteriormente, suas próximas visitas ao site provavelmente serão diretas.

 

aba de pesquisa autocomplete

função de autocomplete na barra de endereços.

Ao selecionar no Google Analytics o tráfego direto separado por browsers, vemos números cada vez maiores para o Google Chrome.

Em outras palavras: Você otimiza o seu site, coloca palavras-chave que condizem com as buscas de seus usuários, criam o desejo neles de uma segunda visita e então você os “entrega” para o tráfego direto.

Mais cedo ou mais tarde, se o site for realmente bom os usuários irão se habituar com o site e decorar a URL do domínio. Seria então o período de parar de trabalhar o SEO de seu site? Não, pelo contrário. O que deve ser feito é atualizar e acompanhar constantemente os resultados obtidos para cada palavra-chave selecionada e assim que elas atingirem o primeiro resultado das buscas, renovar ou trocar a palavra-chave, assim ampliando o campo de abrangência do site.

De qualquer forma, o objetivo de qualquer acesso gerado para o site é atingir a conversão, seja ela vendas, cadastros, tweets, assinaturas e Feeds, indiferente da origem deste acesso. Devemos sempre lembrar de não chegarmos ao nosso limite (no bom sentido). Usando uma analogia barata, a partir do momento em que você atinge o topo de uma montanha, o que resta é apenas descenso, portanto devemos sempre procurar montanhas cada vez mais altas e difíceis de escalar para estarmos sempre subindo e conquistando desafios cada vez maiores.

Que tal o Post? Acredito que um desafio muito grande das questões levantadas é convencer supervisores e clientes de que abrir mão de algumas palavras-chave (seja em SEO ou em Links Patrocinados) pode ser benéfico para a empresa se os projetos forem feitos de uma forma unificada e não correndo paralelamente. Já em relação ao Autocomplete, sou totalmente a favor, só usei este exemplo para demonstrar como as quedas de tráfego não se resumem apenas em tecnologias das ferramentas de busca, mas também de todas as ferramentas web que favorecem a usabilidade.

è nozes!

Idéias

Posted in Luibex with tags , , on 30 de setembro de 2010 by luizamcalmeida

Interrogação-SEO

SEO´ses!

Preciso de idéias!

Queria algumas sugestões para montar um post bacana, e quem puder mandar um comentário com alguma idéia, agradeço!

Google Instant: Primeiras impressões

Posted in SEO with tags , , , on 11 de setembro de 2010 by luizamcalmeida

Galera!

Vou falar sobre as minhas primeiras impressões sobre o Google Instant… Isso se eu deixá-las mais de 3 segundos na tela, rsrsrs.

Acompanhei o evento de lançamento da ferramenta pelo streamming do Youtube, e fiquei impressionado: Como esse pessoal do Google é bom de Marketing não?

Vídeo completo do lançamento do Google Instant

Mas depois assisti de novo e consegui acompanhar e pensar melhor no que pode afetar para a galera que trabalha com Search. Se levarmos em consideração o que o Google quer vender que é a velocidade e a precisão nas buscas, parabéns, Eles conseguiram! A capacidade do google instant de exibir cinco, sete buscas ao mesmo tempo é muito legal, isso era muito difícil de imaginar a um dois anos atrás.

Gráfico-Google-Instant

Gráfico-Google-Instant

Mas os critérios adotados pelos engenheiros do Google que não pegou bem. Foi definido que os resultados que aparecem quando você digita a letra “W” Weather é o mais importante. Ao digitar “A” American Airlines e AT&T são os mais relevantes, isso segundo os critérios dos Googlers.

É brincadeira né? Não é possivel que seja tão simples assim definir quem-é-quem através do “achismo” de UMA equipe (por mais foda que eles sejam). Este ponto cai novamente na minha principal dúvida em relação ao Google: eles defendem a usabilidade ou defendem os seus interesses?

Como disse a Vanessa Fox: “Agora as pessoas vão querer posicionar letras-chave ao invés de palavras-chave”. viraria uma loucura, mas seria o mais justo. Porém o Google decidiu facilitar nossa vida achando quem é mais importante na visão deles. Valeu! Valeu?

O peso do branding será muito grande agora nas buscas e as queries de long tail terão uma pequena desacelerada.

Ao procurar por “Novidades sobre o Google Instant para SEO” temos um long tail, mas ao usar o Google Instant, nosso instinto nos dirá para primeiro ver os resultados apresentados  em “Novidades sobre o Google”, “Novidades sobre o Google Instant”.

serão feitas mais impresões dos termos curtos, mais impressões de queries com mais de 3 termos, mas ao mesmo tempo também aumentarão as queries long tail. dessa forma o volume de buscas aumentará para o Google (ponto para eles!), e as pessoas irão cada vez mais complementar as buscas digitadas se não encontrarem o que querem, e acabaremos atingindo o long tail de qualquer forma. Portanto, não acho que seja o fim do Long Tail.

Como SEO acredito que para nós o que muda é a necessidade de compreender cada vez mais o jeito como os usuários pensam. A importância de entender como são digitados nossos produtos/serviços por nosso nicho de usuários é cada vez mais importante para a criação exata do conteúdo. Um exemplo simples que pode ser dado: seu usuário digita “cachorro” ou “cão”? Nas antigas buscas esta diferença não seria tão sentida devido a lista de sinônimos, mas com o Instant teremos uma diferença boa entre estes termos nos resultados instantâneos.

Nessa nova brincadeira acho que quem se fudeu mesmo foram as equipes de links HA-ha que terão que enxugar mais as campanhas, para não aparecer em buscas totalmente fora de foco e também devido a quantidade de impressões que vão acontecer agora. ADEUS QUALITY SCORE! rs

Voltemos para SEO: Teremos que pensar como usuários e como o Google: O que os usuários pensam quando vão procurar por cachorros? o que o Google define como mais relevante para pesquisas sobre cachorros? pensar como o usuário procurava pela sua empresa estava ficando fácil demais mesmo, vamos fazer a brincadeira ficar mais legal e exibir seus concorrentes naturais e mais quatro pesquisas ao mesmo tempo para dificultar!

Aposto que os engenheiros do Google estão rindo a toa com seu novo brinquedinho!

Google black hatter?

Posted in SEO with tags , , on 7 de setembro de 2010 by luizamcalmeida
Google Black atter

Google: A luta é pela usabilidade ou por sua própria sobrevivência?

O Google é bonzinho? O Google é malvadinho?

Não. É apenas uma empresa que faz de tudo (como qualquer empresa) para obter lucros.

certo dia estava numa discussão no Central do Webmasters do Google e iniciou-se uma discussão de até que ponto é aceitavel ter links de sites de apoio para seu site.

Por exemplo, quando você criar sites menores e mais especificos para os produtos de sua empresa e nestes sites você tem links para o seu site principal. Se você cria muitos sites pequenos, isto é considerado black hat? mesmo que tenham conteúdo relevante ?

Usando o exemplo de um site de E-Commerce que tenha mais de duzentos produtos e você queira criar páginas especificas para seus produtos, seria muito justo você criá-las, pois no ponto de vista de SEO você teria uma URL melhor para seus produtos, Titles e conteudo, e ainda geraria os benditos links para seu site.

A resposta que obtive do Flávio Raimundo, mediador dos foruns, é:

“O site é seu, vc faz nele o que quiser. Não é questão de errado ou não.
Porém vc e os demais nunca, nunquinha, never, jamé, esqueçam de uma coisa, o Google também pode fazer o que quiser!”

(Veja a discussão no fórum do Google.)

Isso me deixou meio puto na hora, porque o Google pode fazer o que quiser? Muitos vão dizer “a ferramenta de busca é deles eles tem o direito”, mas isso na minha opinião é manipulação de resultados e limita a criatividade dos desenvolvedores de SEO.

Vejam, não sou a favor de criar uma página com dez, vinte ou cem links iguais, mas a partir do momento em que você encontra uma alternativa para criar links baseados em conteúdo relevante, sem depender de outros usuários, você é orientado a tomar cuidado com o Google?

todos, nenhum a menos, tem a chance de usar tal recurso, então porque não?

“os links são votos de confiança no seu site!”

Concordo, mas os seus próprios links fazem o seu site menos confiável? I don´t think so…

As 400 mudanças anuais no algoritmo não são tão fofinhas assim com os usuários…

Por isso questiono: A liberdade que o Google dá a si mesmo e não permite aos usuários faz sentido por eles serem os “donos” do negócio, ou isso é apenas uma limitação para manter uma ordem que acompanhe o ritmo de evolução desejados pelos Googlers?

Como eu sou um cara do contra e questiono tudo até que me convençam do contrário, ponho em pauta esta discussão para ver se isso tudo que eu falei é uma grande besteira, ou se faz algum sentido :D

abçs!